Curadoria, Conservação, Restauração e Guarda Definitiva do Acervo Coletado no Jardim Suspenso do Valongo

O Jardim Suspenso do Valongo se encontra a sete metros acima do nível da rua onde está localizado, em um terreno elevado cercado, na parte inferior, por uma muralha de arrimo. Situado no Bairro da Saúde, no Rio de Janeiro, possui uma área de 1530 m2 e um de seus acessos é feito pela Rua Camerino, área onde se encontra a fachada principal constituindo um belvedere com vista panorâmica da cidade.

Valongo é “um jardim histórico e um bem tombado nacional” e foi inaugurado em 1906, na administração do Prefeito Pereira Passos que tinha como uma de suas metas revitalizar o centro do Rio de Janeiro. Durante a revitalização da área foi preciso alargar a antiga Rua do Valongo, atual Camerino, e criar um muro para conter o deslizamento do Morro da Conceição e assim sua encosta foi delineada para embelezar a região.

Projetado pelo arquiteto-paisagista Luis Reis, o Jardim do Valongo segue o estilo romântico inglês tardio, introduzido no Brasil pelo francês Auguste François Marie Glaziou – o paisagista do império – e muito em moda desde 1860. Os canteiros foram construídos no estilo Rocaille, caracterizados por peças de cimento que imitam pedras, galhos, folhas e objetos naturais, lagos e cachoeiras, (na época de água corrente). Foram trazidas para ornamentar o jardim quatro estátuas em mármore representando as divindades romanas: Minerva, Mercúrio, Ceres e Marte, originárias do antigo Cais da Imperatriz de Grandjean de Montigny localizado próximo ao Morro do Valongo e que na época encontrava-se em ruínas.

Além do jardim rústico, no local foram construídos bancos para os visitantes, uma casa para o zelador e um dos primeiros mictórios públicos do Brasil.

Um sucesso no início do século caiu em desuso e entrou em decadência. Durante mais de meio século o Jardim foi abandonado tornando-se depósito de lixo da comunidade em seu entorno e ocupado por moradores de rua e usuários de drogas.

Em outubro de 1998 a arqueóloga do Departamento Geral de Patrimônio Cultural da Prefeitura do Rio de Janeiro Eliana Teixeira de Carvalho, acompanhada da historiadora Sônia Zilberberg, dirigiu-se à área do Jardim Suspenso do Valongo, objetivando realizar uma avaliação dos trabalhos a serem executados no local que poderiam incluir, entre outros, prospecções e sondagens arqueológicas, escavações em áreas que possuíssem concentração de vestígios, salvamento de material, caso houvesse necessidade, visando à divulgação e preservação do patrimônio arqueológico.

Verificaram que o mato alto e uma imensa variedade de lixo, inclusive detritos pesados como fogões, geladeiras, colchões, sofás, etc., atingiam cerca de 10 metros de altura e provavelmente encobriam estruturas construtivas e decorativas originais. Tratava-se na verdade de um depósito de lixo atirado das partes mais altas do morro da Conceição pela vizinhança, o qual era constantemente revolvido na busca de objetos de alguma valia pelos mendicantes que por ali circulavam.

Depois de tomadas as devidas providências legais deram-se, então, a limpeza e o resgate do material ali encontrado, sendo delegada pelo Iphan ainda no mesmo ano, a guarda do material, ao centro de pesquisas arqueológicas do Instituto de Arqueologia Brasileira-IAB localizado, à época, na Casa do Capão do Bispo sediada à Av. Dom Hélder Câmara, nº 4.616, no bairro de Del Castilho no Rio de Janeiro, onde permaneceu embalado em sacos plásticos e depositado nos porões até o ano de 2012. Era periodicamente vistoriado e avaliado em sua integridade; trocadas etiquetas identificadoras corroídas e substituídos os sacos rompidos. Durante toda a década, todas as despesas de manutenção foram suportadas pelo Instituto de Arqueologia Brasileira, em cuja presidência da Dra. Lília Cheuiche Machado se empenhara pela guarda provisória do material.

Em 2012, com o início da pressão por parte do INEPAC para que o IAB desocupasse a Casa do Capão do Bispo, tornou-se urgente providenciar a mudança do local de guarda.

Diante da inexorável decisão, ficou evidente que não bastaria simplesmente deslocar o acervo para a Sede do IAB, mas sim efetuar, sobre o mesmo, estudos que permitissem uma visão mais clara das peças e de seu valor arqueológico para o futuro.

Assim, a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal de Cultura/Subsecretaria de Patrimônio Cultural, Intervenção Urbana, Arquitetura e Design, e o Instituto de Arqueologia Brasileira-IAB firmaram contrato para execução dos serviços de Curadoria, Conservação, Restauro e Guarda Definitiva do acervo coletado no Jardim Suspenso do Valongo, estabelecendo e efetivando um Projeto de cooperação científica entre ambas as instituições para o devido tratamento ao acervo.

Através dos vestígios coletados em 1998 e 1999 vem sendo possível perceber o Jardim não só como espaço representativo de um bem histórico singular, mas também como um espectador e guardião das transformações ocorridas na sociedade carioca do século XX.

Já no início das atividades de Curadoria foi possível encontrar fragmentos de louças provavelmente referentes aos séculos XVIII, XIX e XX; moedas das décadas de 50 a 90 do século XX; piso hidráulico; fragmentos de cerâmica; fragmentos de stoneware; produtos industrializados de consumo doméstico; material ósseo; material malacológico; material médico-hospitalar como injeções, seringas, xaropes, penicilina, e etc.

Junto ao material geral também foi encontrada uma coleção anteriormente selecionada e já analisada tendo sido, a mesma, utilizada em uma exposição no Centro Cultural da Light à época da coleta. Esta apresentava artefatos referentes a diversos setores da pesquisa de campo.

O material oriundo do Jardim não é produto de camadas ocupacionais de direito próprio, isto é, resultantes de sucessivas ocupações, o que conduziria ao estudo das mesmas documentadas em fichas de registros segundo critérios do próprio método arqueológico, o que levou os pesquisadores a não classificar o Jardim Suspenso do Valongo como um sítio arqueológico, mas como uma coleção museológica representativa da história e da arqueologia do final do século XIX e de todo século XX do centro da Cidade do Rio de Janeiro.

 

 

Depois de realizar a triagem verificou-se que, curiosamente o plástico não é o elemento mais comum dentre os materiais coletados, talvez pelo fato de ser um material relativamente mais recente se comparado ao vidro e ao metal, ou talvez pelo fato de ser um tipo de material suscetível à ação do fogo, ou até mesmo por não ter sido opção relevante para a pesquisa de campo. Na realidade são poucos os exemplares que se conservaram.

Outra curiosidade é no que concerne ao metal, embora fosse muito comum nesta época a utilização de cobre, alumínio e ferro para a produção de bens de consumo, poucos também são os exemplares deste tipo de material. Uma das considerações mais plausível é de que estes elementos por possuírem valor comercial, eram recolhidos pelos moradores de rua e/ou usuários de drogas que por ali viviam para servir como fonte de renda. Daí a inexistência de peças completas ou de valor.

O campeão em amostras coletadas é o vidro. Desde seu surgimento há pelo menos 4.000 mil anos, até hoje ainda não inventaram algo que possa substituí-lo por completo. É um tipo de material que pode ser reaproveitado e reciclado. Do material coletado somente não foi selecionado os fragmentos de garrafas que no momento não trariam nenhuma informação relevante à pesquisa, porém este material foi identificado e guardado caso haja interesse futuro. Pela relevância e beleza desta classe foi separado o maior número de amostras.

Dos fragmentos selecionados em sua maioria referem-se a luminárias a gás que iluminavam os caminhos do jardim.

Os frascos referem-se a vidros de perfumes nacionais e estrangeiros, ampolas, seringas, vidros de remédios, esmaltes, tinteiros, materiais de limpeza e bebidas.

Os gargalos e os fundos em sua maioria referem-se a bebidas e vidros de remédios. Há uma boa coleção de fundos de copos da Confeitaria Colombo.

Dentre a louça foram identificados e selecionados fragmentos de: louça simples e decorada referente aos séculos XX (em sua maioria) e XIX; louça decorada (porcelana inglesa e chinesa – período de fabricação século XVIII e XIX); louça decorada nos padrões: willow (período de fabricação: 1780 até a década de 50 do século XIX); borrão azul (período de fabricação: século XVIII até o presente); shell edged (período de fabricação: final do século XVIII até a metade do século XIX); trigal (período de fabricação: segunda metade do século XIX); faiança portuguesa; louça elétrica.

Embora os fragmentos acima relacionados não possam nos esclarecer os momentos ocupacionais do Morro da Conceição, onde foi construído o jardim, é possível relacioná-los com informações obtidas em pesquisas[1] anteriores sobre os moradores da área e construir um perfil imaginário de alguns usuários do jardim relacionado a este como depósito de lixo.

As pesquisas mostram que o morro atualmente tem dois tipos de ocupação: uma de moradores mais antigos, descendentes de espanhóis e portugueses; a outra é de moradores mais recentes, em geral migrantes de outras regiões do país, que vieram para o Rio em busca de uma vida melhor, e escolheram o morro por estar próximo ao centro da cidade, onde se tem as melhores oportunidades.

Dessa forma os fragmentos de louça ali encontrados, tanto pela antiguidade quanto pelo valor, sugerem que as louças pertenciam ao primeiro grupo, que podem tê-las herdadas de seus antepassados, já que estas eram comuns às épocas em que ali viveram.

Em meio ao material biológico encontrado destacam-se ossos e conchas que estão divididos em diferentes classes. Pela grande quantidade de bivalves pode-se afirmar que estes serviam de alimentação devido à proximidade com a praia e a facilidade de serem encontrados no costão rochoso, além de possuírem grande valor proteico. Já no material ósseo foi identificada uma enorme quantidade de ósseo bovino com corte na tíbia e no fêmur, sugerindo terem sido utilizados em um prato bastante rico em leguminosas, carnes e ossos abundantes em cartilagem – chamado “mocotó”. Foram também encontradas vértebras de peixes em diferentes tamanhos, em quantidade mínima, assim como aves e ossos suínos.

Além dos animais que serviam de alimentação foram encontrados ósseos de diferentes ordens como: canídeos, felinos, roedores, marsupiais e equinos, que provavelmente, conviveram diretamente com a população local.

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[1]Pesquisa publicada no livro “Morro da Conceição da memória o futuro” lançado pela Prefeitura do Rio de Janeiro- Projeto proRio Morro da Conceição, p. 58.

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No material ósseo foi possível identificar exemplares da: Ictiofauna (vértebras); Avifauna (fêmur e tíbia); e Mastofauna (Bacia ilíaca, fossa do acetábulo, costela, epífise femoral, falange, fíbula, rádio, ulna, vértebras, caixa craniana, dentes e arcadas dentárias, escápula, fêmur, tíbia e úmero).

E dentre o material malacológico foram identificados exemplares de: Bivalves; Gastrópodes; e Ostréa.

Em 2014 foi criada a Exposição “Jardim Suspenso do Valongo – da glória ao esquecimento - um lixão de 13 mil artefatos” - inaugurada durante as comemorações do aniversário do Instituto de Arqueologia Brasileira, tendo sido apreciada, ao longo de três anos, por centenas de pessoas, durante visitações ao IAB.

Um poema foi criado por Jandira Neto, arqueóloga e idealizadora da exposição e Marinuse Amaro, arqueóloga e coordenadora especial na curadoria e organização geral do material, servindo de aporte em sua apresentação. 

Considerações finais

Os trabalhos de higienização, cadastro, análise classificatória e guarda de acervo desenvolvidos nos meses de setembro e outubro do ano de 2013, pela equipe de pesquisadores do Instituto de Arqueologia Brasileira, atingiram os objetivos propostos para o período.

Todos os objetos recolhidos durante as prospecções arqueológicas que se desenvolveram entre outubro de 1998 e março de 2000 passaram por triagem neste período. Tratado como acervo foi submetido a todas as etapas de análise arqueológica, tendo sido agrupado segundo as suas diversas classes (cerâmica, metal, ósseo, malacológico, etc) e, com o aprofundando da mesma, até o nível de categoria (Ex: categoria “louça”, da classe “cerâmica”).

Conforme foi destacado no texto, durante o andamento dos trabalhos tornou-se claro que o procedimento não poderia ter por objetivo criar uma coleção típica de material arqueológico, pois embora a metodologia de abordagem no campo tenha seguido os parâmetros arqueológicos, a natureza do local e a constituição do acervo não corresponderam à formação de um sítio do tipo.

E não correspondeu pelo fato de que o elemento básico de caracterização do sítio arqueológico é representar um ou vários momentos diferenciados de ocupação humana de um determinado território. É fundamental que o local apresente um ou mais níveis de uso local, como habitação, local de passagem, fortificação, ou quaisquer outros, que sejam expressos pelo depósito de camadas ou níveis sucessivos expressos na sua estratigrafia ocupacional. E que a cada um desses momentos (camadas ou níveis na terminologia científica) correspondam conjuntos de artefatos representativos de cada época ou até cultura.

Durante a própria pesquisa de campo foi observada a impossibilidade de recolher o material de mistura no entulho que aterrava o lugar, segundo sua profundidade, e mais difícil ainda a qualquer elemento caracterizador de camada ou mesmo de nível deposicional. De fato, os relatórios da pesquisa de campo não se aprofundam além da localização espacial dos setores prospeccionados. Também as etiquetas referenciais e identificadoras que acompanham os restos materiais relacionados ao acervo somente se referenciam a estes elementos ou dados locacionais. Não lhe são atribuídos dados relativos à profundidade, a camadas ou a níveis.

Estas constatações reforçadas ainda pelo não cadastramento do local como sítio arqueológico no CNA do IPHAN, fez com que a coordenação do Projeto optasse por não tratar o acervo recolhido como objeto para formação de um acervo arqueológico e sim para a conformação de uma coleção de caráter museológico. Tal fato não impediu que o processamento se desenvolvesse segundo os parâmetros da análise arqueológica, portanto quanto ao método ou caminho de identificação a ser seguido do ponto de vista científico, não quanto ao fim que se destinava o acervo. Este, pelas razões acima explicitadas, não pode, ou pelo menos não deve, caracterizar uma coleção arqueológica, pois lhe falta um dos elementos primordiais de tal condição: Ser resultado da ocupação do local numa determinada fase histórica, ou seja, o fator tempo.    

É claro que tendo sido atirados sobre o local após o abandono do mesmo, constituiu um aterro que expressa a ocupação da circunvizinhança; lixo canalizado de diversos pontos do entorno, provavelmente daqueles locais indicados por setas vermelhas na Figura abaixo.

Na mesma Figura marcamos dentro dos círculos brancos os diversos níveis topográficos do local. Em “1” o nível da Rua Camerino, o mais baixo. Em “2” o nível do próprio Jardim ou local de depósito. Em “3” o nível de casas acima do Jardim de onde deve ter sido atirada a maior parte do lixo e em “4” um nível ainda mais alto, de onde também podem ter corrido enxurradas ou escorrido diversos tipos de entulhos em épocas diversas.

Outro elemento que se mostrou de importância e que contribuiu para a decisão de considerar o material como representativo de um acervo museológico, foi o fato de que não foram encontrados no acervo quaisquer tipos de material com algum valor venal. Canos de chumbo, traço característico dos encanamentos de água e de energia elétrica até décadas além da primeira metade do século passado, portanto comumente atirado fora ou mesmo garrafas de cerveja inteira, não foram registrados. Nem mesmo uma única peça, levando a hipótese de que os desvalidos que ali habitaram após o abandono do Jardim reviravam o lixo na busca de algum tipo de peça com valor venal que pudessem lhes render algum sustento.

A conclusão é a de que o acervo pode bem representar o tipo de material comumente usado num bairro da cidade do Rio de Janeiro, descartado como lixo, cobrindo uma fase da sua crônica ocupacional. Tem, no entanto, sua origem em pontos diferenciados da mesma cidade, até mesmo como material de descarte de Hospital das proximidades; foi remexido, disperso em pontos diferentes de um mesmo local, um Jardim abandonado pelas autoridades, transmutado de lugar aprazível em esplanada desprezada.

Tal acervo, portanto, não é significativo de um sítio arqueológico por direito próprio como já foi dito, principalmente por não ter resultado da ocupação do local por seus habitantes. Antes sim representa bem o descaso da administração pública no que diz respeito ao aproveitamento do lixo produzido pela sociedade, reflexo de uma mazela que ainda hoje assola os bairros periféricos da nossa cidade e da nossa “Baixada Fluminense”, onde o lixo e a sujeira se amontoa com todo o corolário de consequências funestas para a saúde da população.

Esta coleção tem, portanto, além do significado explícito de representar algo do cotidiano da cidade em pouco mais de meio século de vida, também aquele de expressar um angustiante problema ainda não satisfatoriamente resolvido pelas administrações municipais da periferia, onde o problema persiste galhardamente. Serve, então, até mesmo como afirmação da civilidade da administração pública carioca, onde tal questão já não constituiu mais problema – portanto “peça de museu”.

Dentro deste panorama a pesquisa arqueológica realizada pela arqueóloga Eliana Teixeira de Carvalho entre 1998 e 2000, forneceu o material necessário a um estudo mais aprofundado dos vestígios deixados pela sociedade que viveu em seus arredores.

O material catalogado em sua maioria remete a um tempo recente, provavelmente às décadas de 80 e 90 do século XX.

Quanto a outros materiais de antiguidade mais remota, como louças, cerâmicas, telhas, tijolos, ladrilhos e moedas comuns a diversos setores, camadas e degraus, não constituem nenhuma prova concreta em relação ao momento de ocupação do Morro da Conceição, pelo não estabelecimento, durante a abordagem arqueológica de uma estratigrafia ocupacional.

No material pesquisado foi possível reconhecer as técnicas e padrões de determinadas épocas e associá-las ao período de fabricação, porém não foi possível associá-las cronologicamente aos momentos do descarte, pela razão acima.

Isto porque se trata de um local de encosta, e o lixo ali depositado não obedece a uma camada estratigráfica real, ações do tempo e atividades antrópicas como pessoas revirando o lixo em busca de algo de valor, com certeza alteraram a estratigrafia.

Os dados obtidos durante a análise do material, no entanto, constituem uma importante fonte de informação sobre os hábitos, o comportamento, os gostos e o consumo da comunidade ao longo do século XX.

Deve-se destacar que além de todos os elementos passíveis de reconstituição, a nova arqueologia vale-se também da análise do lixo do presente como fonte de informação cultural e de caracterização para o futuro. Neste sentido, as coleções museológicas podem incluir artefatos descartados do presente ou do passado próximo como elementos significantes para a sua prática.  

Equipe

Coordenadores: Ondemar Dias -  Jandira Neto 

Supervisor técnico de laboratório: Leandro Correa

Equipe de Pesquisadores: Marinuse Amaro, Claudio Barbosa da Silva, Taciane Lopez e Washington Silva.

Auxiliares: Jaime de Freitas, Leandro Vinícios, Clemilson Barbosa e Márcio Araújo.