A Ocupação Humana da Bacia do Rio Guandu na Baixada Fluminense

Aprovado no Programa Nacional de Apoio à Cultura-PRONAC e patrocinado pela Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro-CEDAE este projeto pretende publicar livro a respeito dos estudos e pesquisas acerca das ocupações culturais pré‐históricas, de contato e aquelas desenvolvidas no período histórico (colonial ou atual) para a Bacia do Rio Guandu, na Baixada Fluminense, Estado do Rio de Janeiro, e realizar ações de educação patrimonial em escolas da região.

O objetivo central desse projeto é a publicação após a realização de pesquisa arqueológica de laboratório complementar a já realizada entre 2009 e 2014, que permita o conhecimento extensivo da ocupação humana das margens do rio Guandu ao longo do tempo e a consequente divulgação dos dados a partir da análise dos artefatos e de outros vestígios materiais já encontrados nas escavações arqueológicas desenvolvidas pelo IAB, durante a construção da rodovia Arco Metropolitano do Rio de Janeiro.

Na 1ª etapa de estudos e pesquisas, objetiva‐se especialmente reanalisar os dados oriundos da pesquisa de campo realizada entre 2009 e 2014, que comprovem ou refutem a hipótese da existência de uma fase cultural ceramista da Tradição Tupiguarani na bacia do rio Guandu e efetivar a reabordagem dos dados obtidos em laboratório pela análise classificatória do material de diferentes classes arqueológicas, recolhido durante as pesquisas Iremos realizar:

Reabordagem dos dados dos sítios anteriores e reanálise confirmatória da importância ou do destaque de sítios padrões que melhor venham a caracterizar os conjuntos culturais discernidos na primeira fase de análise.

Uma vez confirmado o destaque dos sítios considerados como padrões, aprofundar – ultrapassando o nível da categorização e, se possível, chegando à tipologia cultural – o conhecimento sobre cada um deles, ou do conjunto a que se filia.

No caso dos sítios pré‐históricos, confirmar (ou não) a hipótese inicialmente configurada pelos dados já disponíveis, da existência de uma fase cultural ceramista da Tradição Tupiguarani na bacia do rio Guandu.

No momento, após aprovação do projeto pelo Iphan, está sendo realizada uma revisitação ao campo.

Em relação aos sítios históricos, além da reabordagem analítica proposta, aprofundando os dados disponibilizados, confirmar a importância do sítio arqueológico registrado como Sitio Seropédica, na localidade de “Pau cheiroso”, objetivando, inclusive, definir sua função no contexto colonial da ocupação daquela área específica.

Na 2ª etapa, pretende‐se socializar os resultados do conhecimento adquirido através de publicações e da continuidade do programa de educação patrimonial para, no mínimo, a população residente na área de influência do Arco Metropolitano, em número superior a 12.000 pessoas.

Para elaboração dos livros serão reabordados os dados sumarizados no relatório final da pesquisa anterior, em especial os relativos à Educação Patrimonial aplicada e aos estudos para Inventário Cultural do Patrimônio Imaterial os quais já produziram farta documentação e aos quais serão vinculados novos dados.

Para tanto:

Uma cartilha para o público infanto‐juvenil será produzida de forma a orientar os professores e alunos no tema, e em forma de texto, quadrinhos e games outros conhecimentos poderão ser acrescidos;

Complementarmente uma segunda publicação será preparada, dirigida para um público maior e de outras categorias, como o adulto e o acadêmico.

Aprovado no Programa Nacional de Apoio à Cultura-PRONAC e patrocinado pela Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro-CEDAE este projeto pretende publicar livro a respeito dos estudos e pesquisas acerca das ocupações culturais pré‐históricas, de contato e aquelas desenvolvidas no período histórico (colonial ou atual) para a Bacia do Rio Guandu, na Baixada Fluminense, Estado do Rio de Janeiro, e realizar ações de educação patrimonial em escolas da região.

O objetivo central desse projeto é a publicação após a realização de pesquisa arqueológica de laboratório complementar a já realizada entre 2009 e 2014, que permita o conhecimento extensivo da ocupação humana das margens do rio Guandu ao longo do tempo e a consequente divulgação dos dados a partir da análise dos artefatos e de outros vestígios materiais já encontrados nas escavações arqueológicas desenvolvidas pelo IAB, durante a construção da rodovia Arco Metropolitano do Rio de Janeiro.

Na 1ª etapa de estudos e pesquisas, objetiva‐se especialmente reanalisar os dados oriundos da pesquisa de campo realizada entre 2009 e 2014, que comprovem ou refutem a hipótese da existência de uma fase cultural ceramista da Tradição Tupiguarani na bacia do rio Guandu e efetivar a reabordagem dos dados obtidos em laboratório pela análise classificatória do material de diferentes classes arqueológicas, recolhido durante as pesquisas Iremos realizar:

Reabordagem dos dados dos sítios anteriores e reanálise confirmatória da importância ou do destaque de sítios padrões que melhor venham a caracterizar os conjuntos culturais discernidos na primeira fase de análise.

Uma vez confirmado o destaque dos sítios considerados como padrões, aprofundar – ultrapassando o nível da categorização e, se possível, chegando à tipologia cultural – o conhecimento sobre cada um deles, ou do conjunto a que se filia.

No caso dos sítios pré‐históricos, confirmar (ou não) a hipótese inicialmente configurada pelos dados já disponíveis, da existência de uma fase cultural ceramista da Tradição Tupiguarani na bacia do rio Guandu.

No momento, após aprovação do projeto pelo Iphan, está sendo realizada uma revisitação ao campo.

Em relação aos sítios históricos, além da reabordagem analítica proposta, aprofundando os dados disponibilizados, confirmar a importância do sítio arqueológico registrado como Sitio Seropédica, na localidade de “Pau cheiroso”, objetivando, inclusive, definir sua função no contexto colonial da ocupação daquela área específica.

Na 2ª etapa, pretende‐se socializar os resultados do conhecimento adquirido através de publicações e da continuidade do programa de educação patrimonial para, no mínimo, a população residente na área de influência do Arco Metropolitano, em número superior a 12.000 pessoas.

Para elaboração dos livros serão reabordados os dados sumarizados no relatório final da pesquisa anterior, em especial os relativos à Educação Patrimonial aplicada e aos estudos para Inventário Cultural do Patrimônio Imaterial os quais já produziram farta documentação e aos quais serão vinculados novos dados.

Para tanto:

Uma cartilha para o público infanto‐juvenil será produzida de forma a orientar os professores e alunos no tema, e em forma de texto, quadrinhos e games outros conhecimentos poderão ser acrescidos;

Complementarmente uma segunda publicação será preparada, dirigida para um público maior e de outras categorias, como o adulto e o acadêmico.

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